segunda-feira, 29 de abril de 2019

01-05 DIA DO TRABALHO


                            http://ebdnanet.blogspot.com/
1. JESUS, O CARPINTEIRO DE NAZARÉ

Quando Jesus foi a Nazaré, Ele mesmo Se colocou à prova, a uma severa prova. Ele estava indo para o lugar onde havia crescido. Ninguém tinha críticas mais severas do que aqueles que O conheciam desde a infância.

Todos ficaram escandalizados por um homem com a formação de Jesus falar e fazer o que Ele falava e fazia. A familiaridade, de fato, provocou o desprezo.
Eles se recusaram a ouvir o que Ele dizia e a única reação que tiveram foi a de perguntar: “Não é este o carpinteiro?” (Mc 6.3)

•       Jesus foi muito mais que um simples carpinteiro
• Conhecendo a arte da carpintaria
• Como crer em um Deus que havia se tornado tão simples

Em Nazaré, mais do que em qualquer outro lugar, a reação apresentada à pregação de Jesus foi de rejeição e repúdio (Mc 6, 1-6). A rejeição em Nazaré era mais consciente, específica, a ponto do próprio Jesus “admirar-se da incredulidade deles” (Mc 6.6), e dizer: “que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra” (Lc 4.24).

A razão principal da rejeição sofrida por Jesus em Nazaré, foi não ter correspondido às expectativas de seus conterrâneos. Esperavam um Messias mais sensacional, e não apenas o filho de José, o carpinteiro (Lc 4.22; Mc 6.3). Era muito difícil para eles acreditar que Deus fosse aquele menino que viram durante toda infância crescer pelo vilarejo. Realmente, Deus trabalha com coisas loucas para confundir (1Co 1.27).


2. JESUS, O GRANDE ESCULTOR E ARTÍFICE

Na época em que Jesus viveu, as profissões não tinham equivalência às dos nossos dias. Ainda não tinham surgido as profissões de Arquiteto nem de Engenheiro de Construção Civil e quem exercia estas funções era o carpinteiro ou o pedreiro mais experiente e especializado. Mas, nessa época, havia ainda, uma outra grande responsabilidade, pois era o profissional que escolhia e talhava a pedra, que nesse tipo de construção mantinha a solidez do edifício.

• Transformando a brutalidade em arte admirável
• Jesus, um operário incansável
• Com apenas um toque

Ele com certeza desenvolveu uma capacidade especial: a de olhar para um pedaço bruto de lenho e enxergar ali uma linda peça de arte. O processo não é fácil. Exige dedicação e horas de trabalho. Entre marteladas e cortes, pouco a pouco se vai formando uma maravilhosa escultura.


Mais tarde, Ele aplicou tudo o que aprendera na oficina de seu pai, em seu ministério. Ao passar por situações desagradáveis, nos confortamos em saber que tudo o que acontece é porque Deus permitiu e cooperará para o nosso bem. Marteladas, pregos e cortes doem, mas tão necessários quanto respirar. Só assim Deus poderá completar a boa obra que Ele começou em nós.

Era muito desesperador se tornar leproso nessa época. A história desse homem nos chama a atenção porque nos tempos do Novo Testamento a lepra era a doença mais temida. A enfermidade deixava o corpo como uma massa de úlceras e putrefação. Os dedos encolhiam e se retorciam. Pedaços de pele perdiam a cor e fediam.

Certos tipos de lepra matam os terminais nervosos, e isso produz a perda de dedos, e até de pés e mãos. A lepra era morte por centímetros. As conseqüências sociais eram mais severas que as físicas. Considerada contagiosa, o leproso era obrigado a guardar quarentena, proscrito a uma colônia de leprosos. Era rejeitado por todos os que o conheciam, evitado por pessoas que não conhecia, condenado a um futuro que não podia suportar.

3. JESUS, O GRANDE CONSELHEIRO

O carpinteiro de Nazaré que impactou o mundo com suas Palavras jamais errou acerca de qualquer assunto. Ele foi completo porque sua vida, personalidade e caráter autenticavam Suas obras. Seus discursos englobavam o mais alto e refinado nível de sabedoria.

Ao discursar a Seu respeito, Pedro diz: Senhor, para quem iremos nós (Jo 6.68). Pedro não diz para “onde”, Ele sabia que só Jesus era a resposta para toda e qualquer indagação humana. Em Jesus estão as Palavras de vida eterna (Jo 6.68).

• Conselhos para quem vai construir (Lc 14. 25-30)
• Conselhos para quem vai a guerra (Lc 14. 31-35)
• Conselhos sobre como começar e terminar

A Bíblia nos revela grandes exemplos de pessoas que começaram bem e terminaram mal. Sansão, Salomão, Judas e muitos outros, poderiam terminar de forma diferente. Mas, esqueceram que servir a Deus inclui algumas renuncias e um tipo de vida separada e diferente.

Vivemos em um mundo egoísta, abarrotado de pessoas que visam somente seus próprios interesses. Devemos ter o cuidado para não sermos absorvidos por esse sistema, deixando Deus moldar a cada dia a nossa vida, para que não venhamos repetir as mesmas falhas daqueles que um dia criticamos.

4. AS TRÊS GRANDES LIÇÕES DA CARPINTARIA

O “tekton” na época de Jesus era responsável por dar a forma a todo o material que selecionava. Antes de qualquer talhada ou corte, o “tekton” analisava que tipo de material iria usar, o buscava onde estivesse e na oficina iniciava o processo de transformação.

• O carpinteiro escolhe o material e o separa (Jo 15.16)
• O carpinterio leva o material bruto para trabalhá-lo segundo o seu parecer (Jr 18. 1-6)
• O carpinteiro celeste jamais maquia a obra que talha (Sl 15. 1.2)

Assim como Jesus selecionava o material que transformaria em obra de arte, devemos ter a consciência de que fomos chamados por Deus para que nos transformemos em algo belo e maravilhoso aos seus olhos. Se isto ainda não aconteceu, fiquemos atentos ao Seu trabalhar. O processo em muitas pessoas é lento e doloroso, mas ao final nosso valor será acrescido. Seremos uma obra talhada, sem defeitos e assinada pelo maior artífice que o mundo já conheceu.

CONCLUSÃO

A mensagem do carpinteiro de Nazaré é simples, porém de muita praticidade em nossas vidas. Embora não fosse nascido em berço de nobreza, filho de uma plebéia e numa cidade totalmente desfavorecida. Ele não dependeu destes fatores para ser o que era. Isto nos ensina que podemos ser o que Deus quer que sejamos. E, que independe de condições favoráveis ou não.

terça-feira, 2 de abril de 2019

quinta-feira, 21 de março de 2019

PASCOA


PLANO DE AULA
Pessach é uma festa da tradição judaica, conhecida também como "Festa da Libertação". É a Páscoa dos judeus, onde é celebrada a fuga do povo judeu, que vivia como escravo no Egito. Pessach é uma palavra hebraica que significa passar além. ... É a Páscoa que se inicia e será comemorada durante sete dias pelo povo judeu.
REFERENCIA:http://cursobiblicoinfantil.blogspot.com/2012/05/pascoa-crista.html

Data: 07/04/2012
Tema: Páscoa Cristã
Texto Base: Mateus, 26 a 28; Marcos 14 a 16  e Lucas 22 a 24 e João 18 a 20

Versículo para memorizar: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer, não pereça, mas tenha vida eterna(Jo. 3:16).

Objetivos

Que as crianças possam: compreender o verdadeiro sentido da Páscoa; Entender que o coelhinho e o ovo são tradições de uma cultura pagã que nada tem a ver com o pensamento cristão.

Introdução

A Páscoa Cristã, é um momento de reflexão sobre o Plano de  Deus para com a humanidade. Toda a trajetória do Antigo Testamento representa o caminho que precisava ser construído para a manifestação do grande amor de Deus se consolidou na Cruz do Calvário. Essa aula pretende desmistificar a visão que o mundo tenta enxertar em nossas mentes, sobretudo, das crianças, tirando o verdadeiro mérito de  Jesus e  introduzindo práticas pagãs no contexto de nossas vidas  que nada tem a ver com o verdadeiro sentido da Páscoa cristã.

Procedimentos

Iniciar a aula com  louvor e em seguida com vídeo infantil que trata sobre o assunto. Em seguida, com a Bíblia e o roteiro de estudo, refletir sobre o contexto em que se deu a paixão de Cristo. Durante o estudo, alguns aspectos serão analisados com mais detalhes:

a)       O Sacrifício do cordeiro no Antigo Testamento
b)       O termo hebraico Passah
c)       Jesus como Cordeiro de Deus
d)       Ceia – Páscoa Cristã
e)       O grande amor de Deus e o seu Plano de Salvação
f)        Orientações aos discípulos
g)       Morte e ressurreição de Cristo (prisão, solidão, abandono e sacrifício)
h)       Mensagem da Cruz

O Sacrifício do Cordeiro no Antigo Testamento

No período em que o povo hebreu estava cativo no Egito e o Faraó se recusou a libertá-los, Deus mandou as dez pragas que assolou toda a nação. Em Êxodo 12:3-7, Deus orienta cada família dentre os  hebreus a derramar o sangue de um cordeiro e   aspergi-lo sobre os umbrais de suas casas para que o anjo destruidor, não as tocasse e suas vidas fossem poupadas. E assim sucedeu. O sacrifício ou holocausto praticado no A.T tem relação com o que sucederia no porvir, com Jesus Cristo na cruz do calvário. Era uma preparação. (Rm. 8:3 e Hb.10).

O termo hebraico Pessah

A palavra páscoa vem do hebraico pessah, traduzido como salto, travessia ou caminhada. Refere-se a saída do povo hebreu do cativeiro rumo à terra prometida (Canaã), em direção à liberdade. Esse momento é grandioso. Deus manifesta grandemente o cuidado que tem para com a humanidade nas mínimas coisas. Ele não só libertou esse povo, mas supriu todas as suas necessidades durante a travessia. O deserto inóspito traduzia-se na possibilidade de retirar daquele povo, todo tipo de distrações para que eles pudessem absorver o aprendizado que seria necessário na preparação do que mais tarde seria conhecido como Plano de Salvação para a humanidade. Era necessário tirar daquele povo que convivera com o mundo pagã, velhas crenças que poderiam comprometer a grande Obra do Senhor e levá-los a crer novamente no Deus único de seus antepassados. Esse período de travessia ficou conhecido como Diáspora, que representava o salto para a liberdade, a grande travessia. A páscoa no AT, celebrava justamente esse episódio. Havia uma tradição de repetir  o sacrifício do cordeiro, que não podia apresentar nenhuma imperfeição (alusão ao Cordeiro de Deus, puro, sem pecado, examinado pelo Sinédrio).

Jesus como Cordeiro de Deus

A Páscoa Cristã representa redenção, ressurreição (vitória da vida sobre a morte). Em Isaías 53:10 há referências desse sacrifício, considerado pelo profeta  como “expiação dos pecados”. Também consta no Antigo Testamento inúmeras profecias que anunciavam a vinda daquele que seria como “cordeiro levado ao matadouro” (Jeremias 11:19; Isaías 53:7) e cujo sofrimento e sacrifício providenciariam a redenção para Israel.” João Batista se refere a Jesus como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29 e 36). Sabemos, conforme a Palavra nos afirma, em Romanos 6:23 que o salário do pecado é a morte e também sabemos que é  o pecado que nos separa de Deus e que, portanto, somente por meio de Jesus podemos nos redimir e nos reconciliarmos com Deus. Ele carregou sobre si a nossa  culpa. Nossos pecados foram pagos não por ouro e nem por prata, mas pelo sangue precioso de Jesus (1 Pedro 1:18-21).  Por isso tudo é que Paulo nos ensina que Ele é a nossa Páscoa (1Cor. 5:7).

Ceia – Páscoa Cristã

Tanto a Páscoa judaica como a Páscoa Cristã apontam para o sacrifício de Jesus. Num primeiro momento, há a intenção de preparar para o ato que seria mais tarde consumado na Cruz do Calvário. Jesus, grande pedagogo (aquele que conduz pelas mãos), sabia como ninguém a arte de ensinar. Com os elementos da Ceia Ele exemplifica  o Seu sacrifício para a redenção dos nossos pecados. Com esse gesto, Jesus dá um novo significado a Páscoa (Lc. 22:19-21. 1 Cor. 5:7). Com a Ceia do Senhor, aprendemos a ter esperança, a compreendermos o alto preço que foi pago pela nossa liberdade. Jesus , em tudo o que fazia nos instruía como agir como proceder, e não foi diferente nesse caso. Em Lucas (22:19) há uma ordenança: “Fazei isso em memória de mim” . Em 1 Coríntios (11:26) diz: “Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha”. Trata-se de manter viva em nossa memória uma demonstração do supremo amor do Pai para conosco e nos mantermos em comunhão constante com Ele e com nossos irmãos, sabendo que todos somos parte de um mesmo corpo.

O grande amor de Deus e o Seu Plano de Salvação

O grande amor de Deus se resume em João (3:16)  “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça”. Jesus veio ao mundo para cumprir os Planos de Deus para com a humanidade que estava perdida. Pela sua morte somos resgatados, temos a chance de uma nova vida, somos libertos do cativeiro. Pelo seu sangue derramado somos atraídos para Ele. Somos constrangidos por este tão grande amor a nos santificar para estarmos em Sua tão doce presença. A compreensão desse Plano de Deus nos impulsiona para o alto, nos leva para mais perto de Deus.

 
Orientações aos discípulos

Durante a Ceia, o Senhor instrui sobre como manter a comunhão com Ele e com os irmãos. Também instrui sobre na urgência de se apregoar o Evangelho a todos os que não o conhecem. Afirma que não os deixaria sós, que Deus enviaria o Espírito Santo, e que este os instruiria sobre todas as coisas e que em nome dEle, Jesus, obras maiores fariam.

Morte e Ressurreição

Durante a Ceia, Jesus previu toda a situação do martírio que aconteceria e que já era previsto no Antigo Testamento, para que se cumprisse o Plano de Deus. Disse ainda, que ao terceiro dia ressuscitaria (Lc. 18:31-33) para a glória de Deus. Sabia de todas as coisas, mas como homem, experimentou a dor, o abandono, a traição e a solidão. Em pouco espaço de tempo pode ver dois extremos do povo. Em um momento experimentou na entrada em Jerusalém, a exaltação e o louvor. Em outro momento, dias após, experimentou o esquecimento do povo, o abandono de seus amigos, a humilhação e a dor. Foi vendido por trinta moedas de ouro e ainda, foi trocado pela vida de Barrabás que era o extremo oposto de sua trajetória de amor.

A mensagem da Cruz
   
Em Romanos (5:8), diz que “Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter  Cristo morrido por nós sendo nós ainda pecadores”. Veio para tirar o julgo do pecado de sobre nós. Carregou o nosso fardo, venceu a morte e nos convida a cear com ele e celebrar uma nova vida, repleta de felicidade. A mensagem da Cruz é para a humanidade um forte apelo de salvação, de arrependimento e redenção.

JESUS NOSSA PASCOA

REFERENCIA DE AULA: 
http://ensinoinfantilnumclique.com.br/a-verdadeira-pascoa-aula-infantil/
http://cursobiblicoinfantil.blogspot.com/2012/05/pascoa-crista.html

1 – A Páscoa no passado representou a libertação do povo judeu da escravidão do Egito.
2 – A Páscoa, hoje, comemora a libertação do pecado através do sangue do Cordeiro (Jesus).
Páscoa é momento de festejar com alegria, tudo o que Jesus fez pelo pecador, por causa do grande amor de Deus. Lucas 10:20
Alegria por ter o nome escrito no céu. Vamos nos lembrar de agradecer a Deus nessa Páscoa pela salvação e pelo amor de Jesus por nós.








Datas Comemorativas




MARÇO
04-Dia da Esposa do Pastor
08 - Dia Internacional da Mulher

PANDEMIA 2020

A PAZ DO SENHOR!!!!        ESTAMOS DE VOLTA, FICAMOS ALGUM TEMPO LONGE, MAS DEUS É FIEL E VOLTAMOS.        PASSEI PARA DEIXAR UMA PALAV...

V CUBAPEC